Mineral Ferro
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Mineral Ferro

O ferro é um mineral essencial para o nosso organismo. Ele está presente, na maior parte, na hemoglobina (proteína que compõe as células vermelhas).1

O ferro participa no metabolismo de ácidos graxos e na destoxificação do fígado. Também está envolvido na síntese do colágeno, proteína compõe o tecido que mantém unidas as estruturas do corpo2, dando suporte, elasticidade e forma ao corpo.3

Está presente em muitas enzimas e envolvido em diversas funções metabólicas, incluindo o transporte e estocagem de oxigênio e a síntese de DNA.4

Pode ser encontrado naturalmente no gergelim, fígado de boi, ostra, castanha-do-caju, feijão, aveia, entre outros alimentos.1

A deficiência de ferro, acarreta no impedimento da formação de hemoglobina, que é a proteína presente nas células vermelhas, responsável por transportar o oxigênio no nosso organismo. Desta forma, o impedimento da formação da hemoglobina leva ao desenvolvimento de anemia, o que prejudica o transporte de oxigênio, causando tonturas, dor de cabeça, cansaço, diminuição da concentração, irritabilidade e confusão mental. Queda de cabelo, palidez, unhas frágeis e aumento da susceptibilidade à infecções também são sintomas da deficiência de ferro.1

Recém-nascidos, mulheres adolescentes, gestantes, mulheres que menstruam, indivíduos com úlcera hemorrágica e vegetarianos são mais propensos à desenvolverem uma deficiência de ferro. A maior parte do ferro do nosso organismo está presente no sangue, por isso, a maior perda deste mineral ocorre quando há sangramentos. Deste modo, para repor a perda de sangue mensal pela mulher, sua ingesta de ferro deve ser aproximadamente duas vezes maior que a do homem.1

Referências

  1. 1. PASCHOAL, V., MARQUES, N., SANT’ANNA, V. Nutrição Clínica Funcional: Suplementação Nutricional. 1ª edição, São Paulo: VP Editora, 2013, p. 108-121.
  2. 2. Merck Sharp & Dohme. Manual Merck de Informação Médica. 1a ed. Barueri: Manole, 2002, p. 722.
  3. 3. PÓVOA, H. Radicais Livres em Patologia Humana. Rio de Janeiro: Imago, 1995, p. 21-23.
  4. 4. MASON, P. Dietary Supplements. 3ª edição. Pharmaceutical Press, 2007, p. 180-183.